Home |   Español   |   English Version   |   Entre em Contato           
Optimize  - Home
Optimizing you IT to Maximize Results
 
Novidades e Eventos
Eventos
Press-Releases
Optimize na Mídia
OptiNews

 

Teste de sistemas vira garantia de negócios
(Gazeta Mercantil, 09 de maio de 2008)

 

Alguém que tenha feito, ou tentado fazer, a declaração do Imposto de Renda pela internet próximo da data limite certamente precisou esperar muito até que as telas do site da Receita Federal fossem atualizadas. A lentidão causada por um grande número de acessos simultâneos é apenas um dos problemas que podem ser detectados - e posteriormente corrigidos - por meio dos testes de software, cada vez mais procurados por grandes corporações. A busca de erros abrange também a segurança proporcionada ao usuário (e à própria empresa) e a funcionalidade do programa - verificar se ele faz exatamente aquilo que foi pensado para realizar. Esse tipo de falha é bastante recorrente. Segundo dados do Comitê Internacional de Qualificações de Teste de Software (ISTQB, da sigla em inglês), entidade que certifica globalmente a qualidade dos testes, apenas 7% dos programas saem de "fábrica" sem nenhum tipo de falha. Além de dificultar a vida do usuário - o que, em muitos casos, também acarreta em danificar a imagem das empresas que os utilizam -, esses programas defeituosos podem dar margem a grandes escândalos financeiros (ver texto abaixo). As formas de erros mais comuns são os funcionais, que prejudicam a "usabilidade" do sistema. Por serem facilmente identificáveis e causarem transtornos imediatos aos usuários, são os que mais preocupam as empresas, principalmente no Brasil.Erros de programação, igualmente prejudiciais, porém de mais difícil identificação, acabam ficando longe do foco. Para Marco César Bassi, presidente do Grupo HDI, empresa especializada em teste de software que tem entre seus clientes o Banco Itaú e o Unibanco, isso denota certa falta de maturidade das empresas. "Eles pensam que não é possível testar tudo e preferem ficar apenas no superficial", conta Bassi, que desenvolveu uma ferramenta que programa "robôs" para testarem software de forma mais ampla. Ao mesmo tempo em que busca os erros funcionais, o sistema (chamado GACT, ou Gerador Automático de Casos de Teste) encontra os erros técnicos de programação, o que reduz o tempo e os custos da operação. Quando uma empresa contrata um serviço de teste de software, o primeiro passo é definir o que deverá ser testado. O cliente define quais páginas ou áreas do software precisam de revisão e explica a quem vai testar o que espera do programa. A partir disso, a empresa de teste cria um roteiro, chamado de modelagem, para especificar aos robôs o que deve ser entendido como erro durante os testes. Só depois é que o software vai ser efetivamente colocado à prova e as falhas serão conhecidas. A Optimize, outra empresa especializada em testes de software que tem entre os clientes empresas como o BankBoston e a Petrobras, criou uma ferramenta que permite automatizar a modelagem. A partir de um banco de dados dos roteiros antigos, ela pode pré-definir o que fará parte da modelagem de um novo cliente. "Esse processo ajuda no planejamento da avaliação de risco e facilita a implementação do teste", comenta Alexandre Moreira, diretor operacional da Optimize. Demanda maior Nos Estados Unidos, o mercado potencial estimado para sistemas de garantia da qualidade de software é de US$ 12,5 bilhões para este ano, segundo estudo da empresa de pesquisas Information Data Corporation (IDC). Devido às rígidas regras internacionais sobre governança corporativa, a área de teste de software vem crescendo no exterior e também no Brasil. Apesar de não haver imposições pesadas no País, muitas empresas brasileiras prestam serviços a corporações estrangeiras, podendo ser responsabilizadas em caso de processos judiciais. A principal norma internacional é o Ato Sarbanes-Oxley, que diz respeito à responsabilidade corporativa pela veracidade de conteúdo de seus relatórios financeiros e pelo gerenciamento e avaliação dos controles internos. Ela determina que todos os serviços devem ser previamente testados antes de serem colocados a disposição do público e prevê até a prisão de executivos em caso de divulgação de informações incorretas ou imprecisas. Há, ainda, uma série de metodologias de melhores práticas que vem sendo amplamente aplicadas pelos departamentos de tecnologia da informação das empresas, como o Cobit (sigla em inglês para Controle para Informação e Tecnologia Relacionada) e o Itil (Biblioteca de Infra-estrutura de Tecnologia da Informação), às quais os sistemas utilizados pelas empresas devem se adequar. Para se enquadrarem dentro dessas exigências, as empresas ampliam a busca pelas ferramentas de teste de software e, com isso, aumenta o campo para quem pretende ingressar na área. Segundo a Associação Latino-Americana de Testes de Software (Alats), o número de candidatos nos exames de certificação para testador vem crescendo progressivamente. Em outubro de 2006, 113 pessoas fizeram a prova da Alats; em maio de 2007, foram 121; e em novembro do mesmo ano, o número subiu para 149. O próximo exame está marcado para o final deste mês de maio. (Henrique Ribeiro - Gazeta Mercantil)

.

 

 

Instituto Atlântico tem quatro artigos aprovados no V Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software.
(SBQS 2006)

Evento realizado nos dias 29 de maio a 2 de junho, em Vila Velha (ES).

Este é um evento anual da Comissão Especial de Engenharia de Software da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e do Comitê do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade em Software
(PBQP-SW): http://www.inf.ufes.br/sbqs2006/

O simpósio tem como objetivo reunir empresários, profissionais, professores, pesquisadores e estudantes de diversas áreas interessados em questões relativas à qualidade de software. Os cinco dias foram dedicados à divulgação e troca de experiências, promovendo a integração Universidade-Empresa.

Na sua quinta edição, o SBQS 2006 aprovou apenas 10 relatos de experiência, sendo 30% deles do Instituto Atlântico, de Fortaleza. Também foi aprovada a apresentação do artigo científico "Um Processo para o Gerenciamento de Riscos em Projetos de Software", dissertação de mestrado da Unifor, cujo estudo de caso foi aplicado no Instituto Atlântico.

Experiência na definição e implantação do processo de análise e tomada de decisão alinhado ao CMMI-SW; Evoluindo do SW-CMM nível 2 para o CMMI-SW nível 3: a experiência do Instituto Atlântico; Processo de Gestão de Processos: uma implementação da gerência de processos organizacionais do CMMI-SW Nível 3.

O Instituto Atlântico teve estudo de caso aprovado em um dos maiores eventos em engenharia de software do mundo, o IBM Rational Software Development Conference 2006. O evento foi realizado em Orlando, na Flórida (EUA), e teve a participação de outros trabalhos oriundos do Brasil de autoria do ITA, Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

Carlo Giovano, gerente de Suporte ao Processo de Desenvolvimento do Instituto Atlântico, e o consultor Eric Schonwald da Optimize submeteram no ano passado o estudo de caso "Software Test Automation for Large-scale Projects". A aceitação foi publicada no site do evento, que registra a apresentação de casos das empresas IBM, CapGemini, Disney, InfoSys, Lockheed Martin, Sony, Unisys, Sisco, Siemens AG e outras.

Ir para o início
IBM traz para o Brasil o Software In Concert.
(TI Insider Online - 18/07/2006)

A IBM realiza dias 2 e 3 de agosto, quarta e quinta-feira próximas, em São Paulo, o Software In Concert, que é a 6ª edição do RSDC – Rational Software Development Conference.

Ele abordará estratégias de negócios e discussões técnicas sobre inovação, governança de TI, desenvolvimento de software, gerenciamento de projetos, padrões abertos e casos de sucesso.

O fórum contará com a abertura de Rogério Oliveira, presidente da IBM Brasil. Marco Bravo, diretor da área de Software da IBM Brasil, falará sobre SOA e Fábio Gandour, gerente de Novas Tecnologias da IBM Brasil, abordará o tema Inovação.

Cassio Dreyfuss, vice-presidente e diretor de pesquisa do Gartner, abordará as tendências do mercado de TI. Haverá também treinamentos com certificado, workshop em plataforma aberta e em plataforma de desenvolvimento de software IBM.

O evento contará com palestras especiais e casos de sucesso, como: Martins, IBM Global Business Services, Banrisul, DBA, Banco Mercantil, além de profissionais dos Laboratórios da IBM mundial. E, ainda, terá uma grande área de demonstração com a participação de diversos parceiros de negócios, como Ogeda, Audare, Optimize, Squadra, Trace e Escala.

Ir para o início
| Empresa  | Serviços & Soluções  | Treinamentos  |  Parcerias  | Novidades & Eventos  | Clientes  | Suporte |